Mestrado Em Educação

20 Mar 2019 00:39
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<h1>USP, Unifap E UEPB Inscrevem Pra Vagas De Mestrado E Doutorado</h1>

<p>Casada h&aacute; 23 anos, m&atilde;e de duas filhas, dona de um curr&iacute;culo pessoal e profissional invej&aacute;vel. Sandra Ciocci Ferreira, mulher do prefeito de Campinas Jonas Donizette (PSB), &eacute; bem como a nova primeira-dama de Campinas. Desenvolvida em duas faculdades e fluente em ingl&ecirc;s e italiano (al&eacute;m de aprender espanhol), ela faz trabalhos volunt&aacute;rios e, hoje em dia, se dedica ao doutorado a respeito m&uacute;sica e cinema, pela Escola Estadual de Campinas (Unicamp). Dona de uma agenda cheia, garante que n&atilde;o ocupar&aacute; cargos pela Prefeitura.</p>

<p>Nascida em fam&iacute;lia de classe m&eacute;dia, ganhou da m&atilde;e, aos 6 anos, teu primeiro instrumento musical. Pediu de Natal um obo&eacute;, no entanto, como era muito caro, veio um viol&atilde;o. Aos 14, neste instante era professora de m&uacute;sica. Com quinze anos, conheceu Jonas, que pela &eacute;poca tinha 17, e est&atilde;o juntos desde sendo assim. A veia art&iacute;stica ela herdou do av&ocirc; Jos&eacute; Novaes, dono do circo Novissell (que depois virou Seavon), em Campinas. “Meu av&ocirc;, filho da &uacute;nica A Especializa&ccedil;&atilde;o Em Est&eacute;tica Avan&ccedil;ada Atende Preferencialmente de Sousas, fugiu de moradia no momento em que tinha quatrorze anos para ver de perto um circo. Procura In&eacute;dita Mostra Difus&atilde;o De Metade Das Not&iacute;cias Falsas No WhatsApp Em Grupos De Fam&iacute;lia /p&gt;
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<p>Fez de tudo l&aacute;. Foi palha&ccedil;o e gal&atilde; dos espet&aacute;culos teatrais”, conta Sandra, que conversou com a Metr&oacute;pole pela sede da ONG Grupo Primavera, onde &eacute; volunt&aacute;ria h&aacute; 3 anos. Metr&oacute;pole - Vamos come&ccedil;ar citando de seu servi&ccedil;o no Grupo Primavera. Sandra Ciocci Ferreira - Estou na ONG como volunt&aacute;ria h&aacute; tr&ecirc;s anos e sou a diretora de espet&aacute;culos.</p>

<p>A inten&ccedil;&atilde;o do projeto &eacute; aprontar as crian&ccedil;as para o amanh&atilde;, doar gera&ccedil;&atilde;o profissional e colaborar na universidade, com refor&ccedil;o. Elas desenvolvem algumas atividades que s&atilde;o “amarradas” a outro projeto, o Aflorada. Trata-se da produ&ccedil;&atilde;o anual de um extenso espet&aacute;culo de m&uacute;sica, dan&ccedil;a, artes c&ecirc;nicas e bastidores, e as garotas preparam figurinos, epis&oacute;dio etc. Ano anterior, apresentamos no Teatro Municipal de Paul&iacute;nia a pe&ccedil;a Fada Mel e as Cores da Primavera. &Eacute; sua primeira experi&ecirc;ncia com voluntariado? N&atilde;o. Durante quatro anos integrei a equipe do projeto Cultura e Arte na Comunidade (Ceac), da Igreja Santa Rita C&aacute;ssia, pela Vila Brandina. Desenvolvi-o depois de um convite da par&oacute;quia. Organizei a grade, levei os profissionais, foi um servi&ccedil;o aproximado com o Aflorada.</p>

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<li>3 Reino Unido</li>
<li>Em empresas e algumas corpora&ccedil;&otilde;es, fundamentalmente as mesmas do per&iacute;odo do est&aacute;gio</li>
<li>Bristol University zoom_out_map</li>
<li>Conhe&ccedil;o gente muito mais competente do que eu que est&aacute; se candidatando. Que fa&ccedil;o</li>
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<p>E l&aacute; tamb&eacute;m possui o espet&aacute;culo de final de ano, j&aacute; que digo que se voc&ecirc; provoca o artista, precisa coloc&aacute;-lo no palco. Quem convive com a senhora sabe de sua paix&atilde;o na cultura. De que forma apareceu a arte entrou na sua exist&ecirc;ncia? Nasci em fam&iacute;lia circense. Meu av&ocirc; era dono de um circo-teatro que ficava na esquina da Orosimbo Maia com a Delfino Cintra e se chamava Novissell, da combina&ccedil;&atilde;o dos sobrenomes dos propriet&aacute;rios: Novaes e Seyssel. Ele fugiu com o circo aos quatrorze anos, fez de tudo e s&oacute; voltou no momento em que tinha se tornado o propriet&aacute;rio, pra expressar que estava bem.</p>

<p>No momento em que n&atilde;o tinha mais for&ccedil;a pra viajar, fundou a Liga de Empres&aacute;rios de Circo, que agenciava circos paulistas. Tamb&eacute;m tive influ&ecirc;ncias da minha av&oacute;, que era artista pl&aacute;stica. Ela pintava palha&ccedil;os que choravam, o que provocava uma espa&ccedil;oso contradi&ccedil;&atilde;o na minha cabe&ccedil;a de guria. Apesar dessa contradi&ccedil;&atilde;o, logo aos seis anos, a senhora adquiriu um presente de Natal que determinou sua trajet&oacute;ria, n&atilde;o &eacute;?</p>

<p>Pedi para minha m&atilde;e um obo&eacute; e ela falou: “N&atilde;o d&aacute;, &eacute; muito caro, mas tem o viol&atilde;o”. Fui ter aulas no Conservat&oacute;rio Musical Campinas e fiz o curso de t&eacute;cnica em viol&atilde;o erudito. Comecei a ceder aulas l&aacute; com 14 anos. Quando me elaborei no Ensino M&eacute;dio, fui cursar artes pl&aacute;sticas pela Pontif&iacute;cia Institui&ccedil;&atilde;o Cat&oacute;lica de Campinas (PUC-Campinas). Eu queria m&uacute;sica, mas nenhuma universidade do Brasil oferecia e minha fam&iacute;lia n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es de me mandar pro Exterior. Ainda Vale a pena Fazer MBA? , abriu o curso de m&uacute;sica na Unicamp.</p>

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